

Cuidar bem das áreas comuns do condomínio é algo tão importante que está descrito no Código Civil como uma das atribuições do síndico, como se lê no art. 1.348:
V – diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores;
Sabe-se, também, que é de fundamental importância que o síndico zele pela manutenção das áreas comuns. Sendo síndico profissional, o esperado é que cuidados preventivos estejam sempre em dia, o que evita, exponencialmente, problemas corretivos e emergenciais.
Estar sempre de olho da manutenção predial também é importante pois ajuda a manter valorizado o bem dos condôminos , esse, também, é um cuidado primordial que o síndico profissional não deve perder de vista.
Dicas e orientações sobre os modelos mais adequados e contratação de manutenção preventiva
Imagine um equipamento que, dependendo do condomínio, pode ser acionado mais de mil vezes por dia, cujo trabalho seja crucial tanto para a segurança quanto para o bem estar dos moradores do condomínio.
Imagine-o dando problema mensalmente. Imagine você, síndico desse empreendimento, sendo questionado, a cada falha, e tendo que explicar para muitos moradores, o problema da vez. Esse cenário é o que muitos síndicos precisam enfrentar com seus portões elétricos, ou automáticos.
Veja alguns tipos e cuidados que se deve ter com o equipamento:
Tipos
O mais importante é que o motor seja compatível com portão e a frequência de uso. Os especialistas citaram como o maior causador de problemas para o uso do equipamento é o subdimensionamento do motor – que muitas vezes pode ter sido entregue de maneira errada pela construtora.
É importante que o motor apresente potência de acordo com o peso do portão, e que seu número de ciclos (de abertura e fechamento, por hora) também esteja compatível com as necessidades do condomínio. Ou seja, um empreendimento que tenha um horário de entrada e saída extremamente corrido, não pode considerar apenas 15 ciclos por hora. Ele pode funcionar por um período, mas isso irá gerar desgaste das peças e menor tempo de uso do motor.
Para o condomínio que deseja mais segurança e agilidade de abertura e fechamento do portão, isso também deve ser levado em conta no momento de se adquirir um novo equipamento, já que a velocidade dos ciclos do portão depende do tipo de motor e da estrutura do portão. No mercado, hoje existem modelos super-rápidos de portões automáticos, mais recomendados para os tipos deslizantes e basculantes.
A manutenção preventiva, como sempre, é crucial para que a vida útil do equipamento se prolongue. Uma boa empresa de manutenção é fundamental. Saiba mais sobre os cuidados com um contrato de manutenção abaixo.
O cuidado com a fiação do sistema também é importante. Caso o portão apresente muitos curtos, vale verificar se os fios estão em boas condições.
Os funcionários, porém, também podem colaborar. Manter os trilhos limpos, e perceber se o tempo de abertura e fechamento permanece sempre constante são de extrema ajuda. O portão também não deve se fechar com muita rapidez de uma hora para a outra, nem apresentar barulhos ou trepidações.
Além disso, os funcionários devem colaborar não utilizando a garagem como entrada e saída de pedestres. Caso isso seja necessário, como nos empreendimentos em que moradores com animais só podem entrar e sair por esse local. Deve-se deixar o portão completar seu ciclo, e não deixando-o aberto apenas o suficiente para que o pedestre saia. O mesmo vale para quando um segundo carro aproxima-se do portão ainda em fechamento. Deve-se esperar o fechamento completo para, então, abrir o portão novamente.
Uma observação acurada do equipamento também colabora para prolongar sua vida útil. Não é normal que o portão ou o motor apresente defeitos ou necessitem de reparo mensalmente.
É muito importante que o contrato com a empresa prestadora de serviços contenha as seguintes especificações:
Manutenção deve ser periódica e reservatório deve estar sempre limpo
Fazer ao menos duas limpezas no local por ano. Em São Paulo e alguns outros municípios, é lei.
A empresa deve possuir Alvará da Vigilância Sanitária.
Os períodos sugeridos para a execução do serviço são os meses de outubro e fevereiro, para que o condomínio se prepare para o uso mais frequente da água no verão e quatro meses depois fique com a caixa em dia para o inverno.
Em geral, empresas de controle de pragas oferecem pacotes desse serviço aliado à limpeza da caixa.
Os colaboradores da empresa também devem usar o equipamento de proteção individual: luvas, galochas, máscaras de proteção simples, já que ficam em contato com produtos químicos.
É conveniente (e muito importante) efetuar análise bacteriológica para verificar a eficiência da desinfecção (limpeza). Em edifícios, é conveniente fechar antecipadamente a entrada do reservatório inferior, utilizando o superior para o consumo. O teste é uma análise físico-química laboratorial que visa identificar a presença de bactérias, germes, entre outros organismos nocivos aos seres humanos.
a limpeza da caixa d’água
Cuidados ao contratar empresas e orientações sobre o assunto
Cuidados ao contratar:
-Conferir se a empresa tem Alvará de Funcionamento expedido pelo Centro de Vigilância Sanitária e os produtos utilizados são registrados no Ministério da Saúde.
-Para ter o Alvará de Funcionamento, a empresa deve ter um técnico responsável: engenheiro agrônomo, engenheiro químico, biólogo ou um veterinário.
-Observe se consta na proposta o registro do técnico responsável, o nome do produto a ser usado e o antídoto.
-Peça para a empresa uma inspeção no imóvel, com dia e hora pré-determinados, para a empresa elaborar um diagnóstico, e após a visita nos locais, discriminar os tratamentos que serão realizados e passar um orçamento fechado (com custo total do trabalho).
-Só aceite orçamentos fechados. A cobrança por litro utilizado pode não apenas encarecer o tratamento, como também facilitar golpes.
-Verifique a garantia do produto e do serviço.
Riscos, manutenção e responsabilidade do síndico
Nada é para sempre. E, em se tratando de condomínios, é bom que isso fique claro, já que tudo precisa de manutenção, principalmente quando se trata de instalações elétricas. O entendimento entre os especialistas é que a durabilidade das instalações de um empreendimento gire em torno de 30 anos. E é possível imaginar como a demanda por energia elétrica dentro das unidades mudou nesse período de tempo.
A estimativa da Procobre, instituição que promove estudos e pesquisas sobre o uso de cobre na América Latina, é de que a demanda por energia elétrica aumentou em seis vezes nesse período. Para ilustrar a situação, na década de 1980, um modelo comum de chuveiro era de 1.800W. Hoje a potência do aparelho chega a 6 mil W. No passado, um fio de bitola de 2,5 mm era mais que o suficiente para suprir as necessidades de uma casa. Agora, essa medida é de 6 mm.
Portanto, muitos condomínios ainda contam com instalações defasadas, e os riscos vão desde quedas de energia e incêndios a choques de alta voltagem, que podem, inclusive, matar uma pessoa. E não custa lembrar que que o síndico é co-responsável pela segurança dos moradores.
Por isso, tal questão, muitas vezes negligenciada por síndicos e administradores – deve ser tratada com seriedade e atenção, até porque, além dos riscos, também pode gerar desperdícios consideráveis para o condomínio, devido a fuga de energia.
Veja abaixo o que fazer para não ficar às escuras e evitar acidentes e desperdícios:
Sinais
Se a instalação elétrica de todo o empreendimento está antiga ou não está apta para tanta demanda, pequenas falhas começam a acontecer: energia que vive caindo, luz piscando, tomadas que esquentam, pequenos choques, quedas dos disjuntores, cheiro de queimado ou de fumaça.
Esses sinais mostram que a rede elétrica precisa de uma intervenção. Por isso, um zelador atuante pode ajudar, e muito, a captar os primeiros sinais de que algo não vai bem, ao relatar imediatamente para o síndico. Os custos com reformas serão menores do que se o problema for adiado indefinidamente.
Nesses casos, vale chamar uma empresa especializada no assunto, que deve contar com um engenheiro elétrico e com a aparelhagem necessária, como aparatos que medem fuga da energia e que gerenciam o consumo. Assim, ele vai poder diagnosticar corretamente o que há de errado com o condomínio.
A medida mais usada por condomínios que começam a sentir problemas elétricos é a troca do disjuntor. Essa, porém não é a melhor decisão a ser tomada. O ideal, em casos em que há quedas frequentes do disjuntor, é que seja feita a troca dos fios em questão, para que assim, o uso da energia elétrica aconteça de forma responsável.
O ideal é que prédios façam uma inspeção completa da parte elétrica a cada cinco anos, com empresa especializada. Novas edificações podem esperar dez anos.
Em prédios com mais de 30 anos, talvez seja necessário rever toda a parte elétrica – saber se o condomínio conta com um aterramento adequado e se segue as recomendações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), como um dispositivo de proteção diferencial residual, obrigatório em edificações desde 1997.
Além de adequar as instalações do condomínio, essas melhorias também reduzem ou eliminam fuga, e consequente desperdício, de energia elétrica. Estudos apontam que uma estrutura adequada reduz, em média, 5% do valor da conta de energia.
Outra troca que deve ser feita o mais rápido possível em prédios antigos é a dos quadros de força. Nesses casos, não só a estrutura de madeira pode ser danificada por cupins, como os fios elétricos também. Até suas capas podem ser comidas pelo bicho. A troca deve ser feita por uma estrutura de metal, mais resistente e adequada para o uso.
Quem estiver interessado em investigar as condições elétricas de seu condomínio pode fazer uma verificação do padrão médio de consumo das unidades, com uma empresa especializada. Basta fazer um levantamento dos equipamentos usados ali – é preciso contar com a ajuda dos moradores. Com esse dado, é possível saber se o condomínio consegue atender a essa demanda de maneira tranquila.
Caso a resposta seja negativa, será necessário, provavelmente, reprojetar o centro de medição do empreendimento, e refazer todo o cabeamento, desde o centro de medição até as prumadas. Também será necessário pedir à concessionária de energia por um aumento na oferta de seu produto para o local.
Uso correto, manutenção e cuidados evitam problemas
O playground é a área preferida das crianças, principalmente em dias quentes. Elas podem passar horas nos brinquedos ou nas caixas de areia. Portanto, um local que merece atenção. Brinquedos mal conservados, por exemplo, podem machucar os pequenos, ou causar problemas de saúde. E a responsabilidade pela manutenção e cuidados com o playground é do síndico. Para te ajudar, o SindPaladino separou algumas dicas, que vão ajudar tanto na implantação de um playground, como na manutenção.
para playground. Ele participou da comissão que redigiu as normas ABNT NBR 14350 1 e 2 da ABNT.
O Brasil é um dos países com maior incidência de raios no mundo, cerca de 70 milhões de ocorrências por ano, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). A intensidade é maior no período de chuvas, por isso, é importante saber como se proteger desse risco.
O topo dos prédios, que nem sempre recebe a atenção necessária, é uma área que necessita de cuidado especial, sendo o para raio, ou Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA), um de seus principais equipamentos. Saiba porque é importante a instalação de um e como deve ser feita a manutenção.
A NBR – 5419 prevê dois tipos de sistemas de para-raios, o Franklin e a Gaiola de Faraday. Para proteção adequada, no caso de prédios com mais de 20 metros de altura, recomenda-se a instalação dos dois sistemas, que trabalharão conjuntamente na proteção do condomínio. Veja a diferença entre os dois:
Quando um raio atinge um edifício protegido, a descarga elétrica percorre o para-raios, atinge o sistema de cabos e segue até atingir o solo. Sem a proteção, ou com projeto inadequado, o raio pode danificar a estrutura do edifício e percorrer as instalações elétricas. A falha do SPDA também põe em risco condôminos que estiverem circulando pelo condomínio no momento da queda do raio.
Deve-se atentar também para a questão do seguro do prédio. Um sistema inadequado de SPDA pode gerar problemas na hora de receber a cobertura da seguradora.
Outro ponto importante é quanto à instalação de antenas de TV por assinatura. Embora, normalmente, os condôminos utilizem antenas coletivas, um ou outro pode fechar com alguma operadora. Quando isso ocorre, os técnicos da empresa geralmente optam por instalar a antena no topo do prédio. Isso precisa de acompanhamento do síndico, pois esta antena precisa estar aterrada, conectada ao sistema de para-raios. O síndico deve verificar também se estão fazendo uma base para fixação da antena, furar a laje, nem pensar! Pode gerar problemas, como infiltrações.
O para raio deve ser checado anualmente, sendo vistoriado por empresa especializada em medição ôhmica (resistência de aterramento) para verificação das condições gerais do sistema. Através da medição ôhmica, o técnico avalia se a descarga está ocorrendo corretamente. Veja outros pontos importantes:
As seguradoras normalmente cobrem os danos causados por raios, mesmo quando há problema no SPDA, entretanto, a falta de manutenção e o ART informando que o sistema está fora das normas, podem causar problemas. As empresas podem argumentar que os danos ocorreram pela falta descuidados, o que complica e prolonga o processo de indenização.
Dicas e orientações sobre contratação de serviços de recarga e manutenção de extintores
Um problema que tem ocorrido com frequência em condomínios diz respeito ao orçamento para manutenção e recarga de extintores. Muitas vezes o síndico ou administrador contratam uma empresa pelo melhor preço, e no meio do processo há um “susto”: grandes aumentos de custo, motivados por itens não previstos inicialmente.
Por isso, administradores profissionais recomendam que os condomínios trabalhem com orçamentos fechados.
Em um sábado de noite, o pior aconteceu no condomínio onde o síndico foram os lamentos de alguns moradores. Logo depois, foi o zelador, desavisado, a próxima vítima desse terrível mal que habita tantos condomínios.
Só que dessa vez não era um ladrão o que estava espalhando a preocupação no condomínio. Era o retorno do esgoto de um cano entupido.
Esse filme de terror e suspense pode não acontecer nunca com a sua unidade, mas é mais frequente do que se imagina.
Isso porque muitos condomínios têm problemas – crônicos ou não – com canos entupidos.
Os canos dos condomínios entopem, principalmente, por dois motivos:
“Dificilmente um condomínio que conta com um serviço anual ou semestral de cuidados com ralos e canos vai apresentar uma emergência.
Por isso, muitos condomínios apostam em um contrato de manutenção com empresas do tipo. Elas fazem um trabalho de prevenção e, caso haja um problema durante o contrato, o mesmo é resolvido sem custo adicional.
Essa manutenção geralmente envolve uma limpeza de todos os ralos do condomínio, muitas vezes até os de dentro das unidades condominiais. Dessa forma, com toda a tubulação limpa uma ou duas vezes por ano, fica bem mais fácil evitar que os entupimentos ocorram.
Outro ponto destacado por Gabriel Karpat como positivo é o preço do serviço. “Caso aconteça uma emergência, essa situação já está prevista no contrato. Se não, o condomínio poderá ter que pagar um extra, que não estava previsto”, argumenta ele.
“É muito improvável irmos a um local e não encontrarmos itens que não devem ser descartados pelo encanamento como fraldas, absorventes, papel higiênico, palha de aço, preservativos, etc.”, aponta Claiton Selloti, sócio da empresa CS, que oferece serviço de desentupimento.
O descarte incorreto do óleo de cozinha também pode ser um grande problema para os encanamentos.
“O óleo vai se juntando a outros materiais por dentro dos canos e vai formando crostas. Eventualmente essas crostas impedem a água de passar pelo local, ocasionando entupimentos”, aponta Andersom Aparecido, gerente de operações da Júpiter, empresa que oferece serviços de desentupimento.
Além de ser um fator de risco para entupimentos, o descarte incorreto de óleo de cozinha também é prejudicial ao meio ambiente.
Caso fosse jogado diretamente em um rio ou represa, um litro de óleo pode contaminar até um milhão de litros de água, além de comprometer também o solo do local.
Onde há saneamento e cuidados com o esgoto há tratamento adequado para o óleo de cozinha, mas a presença do mesmo encarece e dificulta o tratamento da água.
Por isso, o mais indicado é não jogar restos de óleo pelo ralo. Pode-se, por exemplo, contatar parceiro que retire o óleo do condomínio – como é o caso da Lirium.
“Nós deixamos um vasilhame de 50L no condomínio, e vamos retirar periodicamente. O único custo é para comprar o vasilhame, que custa cerca de R$ 50”, explica Nelson Danuzzo Jr., gerente da Lirium.
No ato da retirada, a empresa troca a quantidade de óleo por produtos de limpeza para o condomínio.
Além da Lirium, há outras opções para a retirada do óleo de cozinha do condomínio, como o aplicativo Vitaliv, o programa Óleo Sustentável, a ONG Trevo, a Ecóleo e o Instituto Triângulo.
Apesar de todos esses cuidados, nada garante que, mesmo com uma empresa fazendo a manutenção preventiva, seus canos nunca mais ficarão entupidos.
O ideal é, além da manutenção, apostar na prevenção e conscientização dos próprios moradores.
“O síndico deve investir na conscientização dentro do condomínio. Cartazes para moradores, funcionários, alertando sobre o que se deve ou não jogar pelo ralo (ou vaso sanitário) é fundamental. Falar sempre em assembleia sobre o assunto. Explicar que mesmo papel higiênico não se deve jogar pelo vaso, assim como restos de alimento”.
Como a caixa guarda esse material, ela deve ser limpa periodicamente por uma empresa especializada e que deve
As tubulações funcionam da seguinte maneira: há uma entrada de água no condomínio. Essa água geralmente é distribuída por prumadas e depois por ramais, até chegar nos pontos de uso da água, como torneiras, chuveiros, máquina de lavar roupa, etc.
Nos condomínios mais modernos há dois tipos de encanamento de água: um que atende a cozinha e outro que atende aos banheiros e a lavanderia.
Na “saída” do condomínio, o encanamento da cozinha e lavanderia terminam na caixa de gordura, enquanto que a parte advinda dos banheiros termina na caixa de esgoto.
Em empreendimentos mais antigos não há o uso da caixa de gordura.
A mesma tem um papel importante: o de reter as gorduras (como óleos de cozinha, por exemplo), evitando que as mesmas sejam despejadas no esgoto. licença para descartar esse material em um local correto.
A caixa de esgoto não retém nenhum tipo de material. É importante, porém, contar com uma manutenção preventiva uma ou duas vezes por ano para evitar um problema de entupimento bastante comum no local: as raízes de árvores que porventura cresçam próximas às caixas podem encontrar ali um local propício para crescerem e, assim, acabam impedindo o fluxo necessário de água no local.
Como para tudo há uma norma, para as tubulações do condomínio não poderia ser diferente.
E para facilitar o reconhecimento de qual material passa por qual cano, há cores certas para cada tipo de tubulação. Veja:
A cena de terror descrita no início do texto, quando o esgoto volta pelo encanamento pode acontecer sim, infelizmente, quando há entupimentos no caminho até a caixa de esgoto.
O primeiro e segundo andar são as vítimas mais comuns. Isso porque para “subir” pelo encanamento, o esgoto precisa de pressão. O que fica mais difícil a cada andar.
Por isso, estar sempre de olho nas caixas de gordura e de esgoto do condomínio, assim como na saúde dos canos ajuda a evitar esse tipo de situação.